terça-feira, 5 de junho de 2012

No Dia Internacional do Meio Ambiente, todos os veículos de comunicação noticiaram algo a respeito do assunto, e não poderia ser diferente. Daí você deve estar se perguntando: "E na Ilha de Itamaracá, em minha cidade, o quê está sendo feito a este respeito?


No Dia do Meio Ambiente, Dilma pede crescimento sem agressões à natureza
http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI5815457-EI188,00-No+Dia+do+Meio+Ambiente+Dilma+pede+crescimento+sem+agressoes+a+natureza.html

Desmatamento da Amazônia é o menor da história, diz ministra
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/2012-06-05/desmatamento-da-amazonia-e-o-menor-da-historia-diz-ministra.html

Tema de Dia Mundial do Meio Ambiente é a economia verde
http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2012/06/05/tema-de-dia-mundial-do-meio-ambiente-e-a-economia-verde.htm


Registramos algumas cenas de como está sendo tratada a questão ambiental na Ilha de Itamaracá.







 Pelas imagens, a história e mais ou menos assim...
Esgoto a céu aberto, detritos de animais, somados ao esgoto não tratado, mais o lixo jogado nos canais e ruas...e tudo desemboca no mar.

Quanto a fauna da Ilha, antes riquíssima, por pertencer ao bioma da Mata Atlântica, não existe ação efetiva de prevenção, orientação e punição dos casos de "ataque" ao meio ambiente.
Nossa fauna e flora em constante degradação.




         
Um olhar materno para a natureza!

Dia Mundial do Meio Ambiente é lembrado com foco na economia verde


Tema:Ecologia
Autor: EcoD*
Data: 5/6/2012



Esta terça-feira, 5 de junho, marca o Dia Mundial do Meio Ambiente (WED, na sigla em inglês), data criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) há 40 anos, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo (Suécia), no intuito de colocar o tema no centro das preocupações da humanidade, além de reforçar que o futuro do planeta Terra depende do desenvolvimento de valores e princípios que busquem a garantia do equilíbrio ecológico.


No encontro mundial foi travada pela primeira vez, de forma oficial, uma discussão sobre o meio ambiente. Além da data especial, que agora completa quatro décadas, o evento também resultou na criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma, Unep na sigla em inglês), órgão ambiental da ONU que tende a ser fortalecido depois da Rio+20, e que pode até mesmo trocar de status, passando a ter poder de decisão, como é o caso da Organização Mundial do Comércio (OMC), por exemplo.
O tema do Dia Mundial do Meio Ambiente de 2012 é: Economia Verde: Ela te inclui? A pergunta convida todos a avaliar como a tal conceito se encaixa na vida cotidiana, além de buscar avaliar se o desenvolvimento por meio de uma Economia Verde atende às necessidades individuais.
O Brasil foi escolhido pela ONU como país-sede do Dia Mundial do Meio Ambiente em 2012, a exemplo do que já ocorrera em 1992, mesmo ano da Rio-92 (Cúpula da Terra), realizada no Rio de Janeiro. Dessa vez, aproximadamente uma semana depois do WED 2012, o Brasil receberá governantes de todo o mundo para à Rio+20, que terá como tema central a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza.


Situação preocupante


Apesar de ser considerado hoje uma "potência ambiental" diante do mundo, em razão dos avanços nesse setor nos últimos anos, o país-sede do WED 2012 e da Rio+20 vive um dilema com a sua própria legislação sobre o tema. O Código Florestal Brasileiro aprovado na Câmara dos Deputados recebeu 12 vetos e 32 modificações da presidenta Dilma Rousseff, por meio de medida provisória (MP), e teve de retornar ao Congresso para apreciação mista (senadores e deputados) dos congressistas. O texto, como estava, anistiava desmatadores e reduzia áreas de preservação permanente (APP).
Em relação à disponibilidade de recursos hídricos, o Brasil vive melhor situação do que boa parte dos países, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA). O volume de água no país representa 12% da disponibilidade do planeta. No entanto, a distribuição é desigual, pois mais de 80% da disponibilidade hídrica está concentrada na região hidrográfica amazônica.


Atualmente, é consenso entre especialistas do mundo inteiro que o meio ambiente vive uma crise sem precedentes, por conta de fatores como o crescimento populacional, o consumo desenfreado dos recursos naturais e as práticas humanas que degradam a natureza, como as emissões de gases do efeito estufa, o desmatamento e a má distribuição da água, apenas para citar alguns exemplos.
As emissões globais de CO2 derivadas da queima de combustível fóssil atingiram um recorde de 31,6 bilhões de toneladas em 2011, um aumento de 3,2% em relação a 2010, segundo informou recentemente a Agência Internacional de Energia (AIE).


Para evitar impactos extremos causados pelas mudanças climáticas, a concentração de CO2 deveria ser inferior a 350 ppm (partes por milhão), segundo a comunidade científica internacional. No entanto, o nível do gás atingiu pela primeira vez, nos últimos 800 mil anos, a marca de 400 ppm na atmosfera, de acordo com dados de monitoramento de estações de pesquisa no Ártico.
Atualmente, cerca de 17 mil espécies estão em perigo de extinção, um problema que deve ser combatido com educação, comunicação e políticas públicas. Atualmente, segundo o Pnuma, uma em cada três espécies de anfíbios, mais de uma espécie de aves em cada oito, mais de um mamífero em cada cinco e mais de uma espécie de coníferas em cada quatro estão ameaçadas de extinção.


Celebrações do WED 2012


Da Argélia a Auckland (Nova Zelândia), cerca de oito mil atividades foram agendadas por participantes de todo o mundo para este Dia Mundial do Meio Ambiente, por meio de cadastro no site mundial do Pnuma. Aqui no Brasil, a presidenta Dilma Rousseff irá apresentar um pacote nacional de medidas ambientais. Uma sessão especial da Comissão de Meio Ambiente do Senado será realizada logo em seguida ao anúncio.
Já na quarta-feira (6), o Pnuma lança no Rio de Janeiro o estudo GEO-5 (Panorama Ambiental Global), considerada a mais abrangente análise ambiental da ONU. O documento inclui contribuições de aproximadamente 300 especialistas de todo o mundo, além de também revelar o progresso rumo às metas internacionais de sustentabilidade.

*fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/junho/dia-mundial-do-meio-ambiente-e-lembrado-com-foco


O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vai aplicar em quatro anos um total de investimentos em infraestrutura da ordem de R$ 503,9 bilhões


O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vai aplicar em quatro anos um total de investimentos em infraestrutura da ordem de R$ 503,9 bilhões, nas áreas de transporte, energia, saneamento, habitação e recursos hídricos. A expansão do investimento em infraestrutura é condição fundamental para a aceleração do desenvolvimento sustentável no Brasil. Dessa forma, o País poderá superar os gargalos da economia e estimular o aumento da produtividade e a diminuição das desigualdades regionais e sociais.
O conjunto de investimentos está organizado em três eixos decisivos: Infraestrutura Logística, envolvendo a construção e ampliação de rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias; Infraestrutura Energética, correspondendo a geração e transmissão de energia elétrica, produção, exploração e transporte de petróleo, gás natural e combustíveis renováveis; e Infraestrutura Social e Urbana, englobando saneamento, habitação, metrôs, trens urbanos, universalização do programa Luz para Todos e recursos hídricos.

Fotografia extraída do site:http://www.bk1news.com/bbs/board.php?bo_table=01_1&wr_id=1248

Para a Infraestrutura Logística, a previsão de investimentos de 2007 a 2010 é de R$ 58,3 bilhões; para a Energética, R$ 274,8 bilhões; e para a Social e Urbana, R$ 170,8 bilhões.
Mais que um plano de expansão do investimento, o PAC quer introduzir um novo conceito de investimento em infraestrutura no Brasil. Um conceito que faz das obras de infraestrutura um instrumento de universalização dos benefícios econômicos e sociais para todas as regiões do País.
O PAC vai estimular, prioritariamente, a eficiência produtiva dos principais setores da economia, impulsionar a modernização tecnológica, acelerar o crescimento nas áreas já em expansão e ativar áreas deprimidas, aumentar a competitividade e integrar o Brasil com seus vizinhos e com o mundo. Seu objetivo é romper barreiras e superar limites.
Um programa dessa magnitude só é possível por meio de parcerias entre o setor público e o investidor privado, somadas a uma articulação constante entre os entes federativos (estados e municípios).
Em busca de resultados mais rápidos, o governo federal optou por recuperar a infraestrutura existente, concluir projetos em andamento e buscar novos projetos com forte potencial para gerar desenvolvimento econômico e social - além de estimular, decididamente, a sinergia entre estes projetos.
Entre outras ações, o plano de investimentos vai significar a construção, adequação, a duplicação e recuperação, em quatro anos, de 45 mil quilômetros de estradas, 2.518 quilômetros de ferrovias, ampliação e melhoria de 12 portos e 20 aeroportos, geração de mais de 12.386 MW de energia elétrica, construção de 13.826 quilômetros de linhas de transmissão, instalação de quatro novas unidades de refinos ou petroquímicas, construção de 4.526 quilômetros de gasodutos e instalação de 46 novas usinas de produção de biodiesel e de 77 usinas de etanol.
Para a área de habitação o PAC vai destinar R$ 106,3 bilhões entre 2007 e 2010, beneficiando quatro milhões de famílias. O programa também trará como resultado água e coleta de esgoto para 22,5 milhões de domicílios, infraestrutura hídrica para 23,8 milhões de pessoas, além de garantir a ampliação e a conclusão de metrôs em quatro cidades.


Fonte de informação:http://www.brasil.gov.br/pac/investimentos/